quinta-feira, novembro 05, 2009

quarta-feira, outubro 28, 2009

CURSO VIVENCIANDO A MATEMÁRICA

Um curso de Matemática que abrange todo ensino fundamental, passando pelo ensino médio, objetivando os raciocínios rápidos, precisos e criativos. Um curso feito para todos que querem dominar a Matemática e que estimule o autodidatismo.


Se você quer contribuir para a Educação Matemática, participe desse curso!
De 07 a 11 de Novembro de 2009.
Palestrante: Jamir Adolfo Correa.

CENTRO EDUCACIONAL PITÁGORAS
Rua: Padre Carlos, 60.
Joinville-Centro
Cep: 89200
Fone: 34433668


Centro Educacional Pitágoras Prefeitura Municipal de Joinville

quinta-feira, outubro 22, 2009

terça-feira, outubro 20, 2009

A Bella que passou por nossas vidas


Saudade é amar um passado que ainda não passou, É recusar um presente que nos machuca, É não ver o futuro que nos convida... Pablo Neruda

sexta-feira, outubro 16, 2009

Tocando em frente


Ao iniciar no mundo das tecnologias
Eu era mais um sem noção ;
Devagar sem e conhecimento persisti;
Hoje já me sinto mais seguro daquilo que sei,
mais tenho que me aperfeiçoar.

Aprender as novas mídias
Nos descobrimos;
Sentimos o gosto da inovação;
Aprendemos com vontade e paixão;
Para que a mudança seja imediata.

E ao se aperfeiçoar;
Deve- se compreender que como professor;
Estimular o educandos a tecnológia é mudar;
Planejar nova maneira de ensinar.

Articulando ao projeto -Uso das tecnologias.

Estamos na era da informatização e sabemos que hoje a tecnologia deve ser implantada no planejamento dos educadores e não se pode negar aos alunos o uso desses inúmeros recursos que é oferecido. Os educadores que aceitam essas mudanças estimulam seus educandos a desempenharem com entusiasmo a execução dos projetos mostrando novidades na transformação de novos conhecimentos e em sua aplicação.
Na execução do projeto envolvendo as tecnologias e as mídias, faz-se necessário criar um ambiente desafiador e aberto a questionamentos que despertem a curiosidade do educando.
Com a utilização das mídias na aplicação dos projetos o educando aprende e descobre sobre si mesmos, sobre a sociedade, sobre o conhecimento e sobre o processo em que ele é o ator, autor e eterno aprendiz, desenvolve a autonomia, através da prática interdisciplinar, onde a intuição, imaginação e prazer são possibilidades construídas pelos desafios a serem vencidos. Na aprendizagem por projetos os educandos e educadores levantam hipóteses, analisam, organizam, selecionam informações, buscam desenvolver novas formas de comunicação e expressão.

O uso das tecnologias na escola só faz sentido na medida que o professor
o considerar como uma ferramenta de auxílio e motivação da prática pedagógica. (FERNANDO FRANÇA MONTEIRO DE BARROS, 2002

quarta-feira, outubro 07, 2009

terça-feira, outubro 06, 2009

Plano de aula



***Trabalho da professora Rosana.

MEMORIAL DA EXPERIÊNCIA DOCENTE

ACADÊMICO/A: JamirAdolfo Correa MATRÍCULA:103060
MONITOR: MARCUS BUSS
CURSO: Licenciatura em Matemática TURMA: MAD0251
DATA DE ENTREGA: 24/10/2009

Iniciei minha carreira como Professor em maio de 1992 na E. E. B. Jandira D' Ávila, em Joinville, atuando no Ensino Fundamental, de 1ª a 4ª série. Atualmente, sou Consultor educacional da Gerência de Educação - GERED/Joinville da 23ª SDR, no setor do Núcleo de Tecnologia Educacional, como multiplicador de formação continuada e tutor de EAD. Atuo também como professor Admitido por Caráter Temporário – ACT - nas séries iniciais. Tenho formação em Pedagogia com habilitação para séries iniciais, disciplinas pedagógicas para curso profissionalizante (magistério) e supervisor escolar.
Minha primeira especialização é na área interdisciplinaridade; a segunda especialização é na área de Tecnologias da Informação e da Comunicação na Promoção da Aprendizagem; a terceira especialização é na área de mídias da educação com o pré projeto para o mestrado. Sou estudante de último ano de Matemática, na Universidade Leonardo da Vinci.
Nos anos de 2000 e 2001 trabalhei como professor de Sociologia e Filosofia no Ensino Médio da E.E.B. Alícia Bitencourt Ferreira.
Minha atuação é de aprendizado também, pois lidar com educandos é algo especial.
O desafio foi desmistificar o processo de ensino e aprendizagem, trazendo situações diárias de cada aluno, incentivando, de forma lúdica, a identificação desse processo como ferramenta útil e já utilizada desde o início de nossas vidas.
Foi necessário conquistar e convencer os alunos da necessidade de adquirir os novos conhecimentos, mostrando, em alguns casos, na prática a utilidade de cada um desses novos saberes.
A diferença entre Ensino Fundamental e Médio é o interesse e o compromisso dos alunos.
Ao iniciar, tive medo de não saber transmitir corretamente o conhecimento, algo que julgo normal em qualquer área de atuação, o importante foi a vontade e o empenho em fazer o melhor.
A grande diferença que noto com o passar do tempo é que estamos sempre aprendendo, e que cada turma é diferente, o conteúdo pode ser o mesmo, a forma de entendimento é que muda fazendo com que nós, profissionais, tomemos posturas diferentes na condução da transmissão dos conteúdos.
Sou professor por opção, gosto da arte de ensinar, sinto-me realizado ao transmitir conhecimentos e verificar que foram apropriados pelos educandos. Não cobro nota máxima, minha meta é: “Aprender, a nota será uma consequência”, quem aprende, ao ser avaliado, será aprovado, quem tira nota máxima e não aprende, ao ser avaliado poderá ser reprovado, pois provavelmente não se apropriou os conteúdos adequadamente.
A educação não é um produto que se encontra no supermercados para simplesmente ser usado por usar, mas é a transmissão de culturas e de conhecimentos que recebemos todos os dias e podemos transmitimos a novas pessoas, sociedades e/ou culturas.
Ser professor, atualmente, é uma tarefa bem difícil, mas prazerosa, pois ele precisa se dedicar (Thaís Caroline Pessoa de Moura dos Santos,2004), foi o que eu fiz nesses longos 15 anos de magistério.
Nesse caminho percorrido, realizei muito estudos, pesquisas, para que meus planejamentos ficassem modernos, mais reais e concretos, estimulando assim o processo ensino aprendizagem nos educandos para quem tive o maior prazer de transmitir a sabedoria.
A profissão docente foi e é uma das mais difíceis, pois temos desafios todos os dias, como ensinar o aluno a pensar, a pesquisar, etc.
“Poucas profissões, em todo o mundo gozam de tanto prestígio junto à sociedade quanto os professores. Transmitir conhecimento, a crianças ou adultos é tido como um sacerdócio pela maioria das pessoas” (Gilberto Teixeira, 2005). É sem dúvida uma bela “vocação” pela qual tive sede e vontade de executá-lo. Como toda a sociedade, porém, o trabalho realizado como docentes sofri profundas transformações e não apenas tecnológica, mas também de comportamento, em relação a diversificação no planejamentos de minhas aulas e comportamento em relação com meus alunos.
O quadro negro, o caderno, o lápis e a borracha, o livro didático tão comuns na sala de aula, tem sido minhas ferramentas de estímulo encadeando todo dia a minha vontade de ensinar crianças e adultos a conhecerem os símbolos da escrita, tornando assim seres alfabetizados, criativos, participativos e ativos como cidadãos com consciência moral e ética em uma sociedade que os norteiam.

segunda-feira, outubro 05, 2009

Como Editar Fotos online



É possível modificar as fotos ou imagens diretamente pela internet sem precisar baixar nada e gratuitamente. Veja alguns sites onde você pode modificar suas fotos com apenas alguns cliques:

http://www.change-images.com
Na pagina inicial tem um menu que algumas opções que são muito simples de usar, por exemplo:
Resize Images: modificar o tamanho da foto
Convert Images: converte para outros formatos de arquivo (gif, jpg, png, ico, pdf e outros)
Photo Frames: coloca vários estilos de molduras nas imagens.

http://www.photofunia.com
Esse também é muito fácil de mexer e serve para se divertir com as imagens principalmente para dar alguns efeitos especiais no seu álbum de fotos no Orkut. Entre outras coisas tem a possibilidade de transformar sua foto numa parece, ou aparecer na íris do olho, ou ainda o site faz uma montagem para sua imagem parecer estar numa galeria, até em forma de vestido... enfim gostei muito da diversidade de efeitos.

http://www.pizap.com
Este site permite fazer modificações na sua foto colocando outros olhos, cabelo, boca e tudo mais. É possível escrever sobre as fotos, colocar aqueles bolões de texto ou pensamentos igual das revistas em quadrinhos. Adicionar alguns efeitos e até pintar sobre a imagem.

Espero que gostem e se divirtam!!!

quinta-feira, outubro 01, 2009

Modelo de Anteprojeto de Pesquisa

TEMA


Proposição que vai ser tratada ou demonstrada; assunto.
Ex1: Mídia Informática e Material Impresso no ensino da Língua Portuguesa;
Ex2: A importância da rádio escolar no ensino de História;
Ex3: A utilização da história em quadrinhos em aulas da Língua Inglesa;
Ex4: Mídia Informática e a capacitação docente em Linux Educacional.

JUSTIFICATIVA


É a apresentação do tema. Deve contar como se chegou ao “questionamento” e porque e de onde ele surgiu, justificando-o. É a explicação do porque a inquietação em questão existe.
PROBLEMA


A questão principal que norteará a pesquisa.

Ex1: De que maneira(s) as Mídias Informática e Material impresso, trabalhadas com o apoio de um ambiente virtual de aprendizagem podem melhorar o ensino de Língua Portuguesa?
Ex2: De que maneira(s) as Mídias podem melhorar o ensino de Língua Portuguesa?

OBJETIVOS


4.1. Objetivo Geral
É a meta principal da pesquisa. Deve começar com um verbo e direcionar o foco da pesquisa. O objetivo geral deve conter um verbo bem amplo no infinitivo que de conta de explicitar o trabalho

Ex.: Investigar se as Mídias Informática e Material Impresso, trabalhadas com o apoio de um ambiente virtual de aprendizagem tornam as aulas de Língua Portuguesa mais produtivas.
4.2. Objetivos Específicos
São as metas secundárias, através das quais se atinge o objetivo geral. Preferencialmente devem ser listados de 3 a 5 itens nesta seção. Os objetivos específicos devem conter verbos fechados e são as etapas do trabalho.
Ex.:
Mapear a motivação dos alunos e professores quanto ao emprego das Mídias destacadas;
Identificar melhorias em relação à dinâmica das aulas;
Analisar melhorias em relação à produtividade.



5. REFERENCIAL TEÓRICO
Deve indicar quais os autores embasarão a pesquisa. Preferencialmente, recorrer a bibliografia e autores presentes nas disciplinas do próprio curso.

6. METODOLOGIA

A metodologia deve responder aos seguintes questionamentos, nesta ordem:

Tipo de estudo (pesquisa quantitativa ou qualitativa)
Local do estudo;
Sujeitos envolvidos;
Coleta de dados;
Análise de dados;
Aspectos éticos.


6. CRONOGRAMA

Sugerimos o cronograma abaixo, que engloba a realização das disciplinas e da pesquisa:


Ações TRIMESTRE
1º/10 2º/10 3º/10 4º/10 1º/11 2º/11
Cursar disciplinas obrigatórias
Revisão da literatura sobre as mídias definidas e outros aspectos pedagógicos envolvidos na pesquisa
Definição do projeto de pesquisa
Execução da pesquisa
Redação da monografia
Revisão
Defesa do TCC


7. REFERÊNCIAS

Todos os autores e trabalhos a que se faz referência no texto devem ser devidamente referenciados no desenvolvimento do mesmo, com nome do autor seguido do ano de publicação. No capítulo de Referências especificam-se as obras dos autores que foram referenciados durante o trabalho.
A forma de como fazer esta referência muda de acordo com o tipo de publicação, sempre observando as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). A seguir colocamos alguns exemplos de como realizar este procedimento:
Referencias de material disponibilizado no próprio Mídias:


Observem que todas as disciplinas do Mídias estão disponíveis no portal WebEduc do MEC . Fazemos a referência conforme o módulo/disciplina que estamos trabalhando. No exemplo, destacamos a utilização da disciplina de Metodologia da Pesquisa:


BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância. Programa de Formação continuada Mídias na Educação. Metodologia da pesquisa científica. Disponível em . Acesso em: 16 ago. 2009.


Em caso de artigo de revistas: a referência deve ser assim realizada:


GURGEL, C. Reforma do estado e segurança pública. Política e administração. Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997.
Em caso de artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. em meio eletrônico a referência deve ser assim realizada:


MARQUES, Renata Ribeiro. Aspectos do comércio eletrônico aplicados ao Direito Brasileiro. Jus Navigandi. Teresina, a. 6, n. 52, nov. 2001. Disponível em: . Acesso em: 20 set. 2003.


Em caso de livro, a referência deve ser assim realizada:


CURTY, Marlene Gonçalves; CRUZ, Anamaria da Costa; MENDES, Maria Tereza Reis. Apresentação de trabalhos acadêmicos, dissertações e teses: (NBR 14724/2002). Maringá: Dental Press, 2002.

terça-feira, setembro 22, 2009

Webquest

Uma ferramenta de ensino na web que os professores possam produzir atividades de aprendizagem.

Segundo Profª Gílian Cristina Barros:
- Favorece as habilidades do conhecer (o aprender a aprender).
- Oportuniza para que os professores de forma concreta se vejam como autores da sua obra e atuem como tal. (acessar, entender e transformar).
- Favorece o trabalho de autoria dos professores.
- Incentivar a criatividade dos professores e dos alunos que realizarão investigações com criatividade.
- Favorecer o compartilhamento dos saberes pedagógicos, pois é uma ferramenta aberta de cooperação e intercâmbio docente de acesso livre e gratuito.

Vlog e Flog

É uma ferramenta na internet para registrar fotos e vídeos para a busca de informações, comunicações e publicações do se produz e que contribue muito no processo ensino aprendizagem.

Blog Educacional

A rede de comunicação vem oferecendo a educação maneiras mais práticas para a realização de atividades, novas formas de planejamentos e materiais didáticos e também uma ferramenta potente de interação e construção de aprendizagem.
O blog educacional pode ser considerado um canal potente de informações que abre espaço para professor e aluno um contato de interesse comum.
No blog educacional podem ser agregados diversos assuntos para uma boa discussão, criação coletiva e a construção do conhecimento tão discutida em cursos a distancia.

quinta-feira, setembro 10, 2009

quarta-feira, setembro 02, 2009


INDEPENDÊNCIA

Ama com fé e orgulho,

O lugar em que nasceste.

Não existe lugar tão lindo,

Na terra como era esse.

Matas vivas e céu tão límpido,

Águas limpas que esplendor.

As paisagens e os animais,

Eram livres e sem pavor.

Homens livres e independentes,

Começaram a aparecerem.

Ocuparam toda a floresta,

Querendo enriquecerem.

Derrubaram toas às matas,

Começaram a queimá-la.

Destruindo as paisagens,

E a fauna desse lugar.

Olhai para o céu, rios e paisagens,

Pobres famintos miseráveis.

Os ricos ainda mais ricos,

A injustiça aumenta mais.

Quantos morrem de fome,

Sem mesmo saber por quê.

Sem terras são fuzilados,

Tentando sobreviverem.

Independência é coisa séria,

Difícil de entender.

Não sei se somos libertos,

Se poucos podem viverem.

Independência é ser livre,

Crianças alegres, sorrirem e correrem.

Alimentadas e educadas,

Ter direito de viver.

Autor: e Escritor. João do Rozario Lima

terça-feira, agosto 25, 2009

quinta-feira, agosto 20, 2009

Eu queria ser uma televisão

Ana Maria, professora do ensino fundamental, pediu aos alunos que fizessem uma redação sobre o que gostariam que Deus fizesse por eles. Ao fim da tarde, quando corrigia as redações, leu uma que a deixou muito emocionada.

O marido, que, nesse momento acabava de entrar, viu-a a chorar e perguntou-lhe:
- "O que é que aconteceu?" Ela respondeu:

- "Lê isto." Era a redação de um aluno.

- "Senhor, esta noite peço algo especial:
- Transforma-me na televisão.
- Quero ocupar o lugar dela. Viver como a TV da minha casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família comigo...
- Ser levado a sério quando falo...
- Quero ter as atenções e ser escutado sem interrupções nem perguntas.
- Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona.
- Ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo quando está cansado. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha, cansada ou aborrecida. E ainda que os meus irmãos discutam para ver quem fica comigo.
-Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos.
- Senhor, não te peço muito... só quero viver o que vive qualquer televisão"
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse:

- "Meu Deus, coitado desse menino! Que pais..."!
E ela olhou-o e respondeu:

- "Esta redação é do nosso filho".

O menino que queria ser televisão

“Senhor, faze de mim um aparelho de televisão, para que meus pais me tratem como tratam o televisor. Para que olhem prá mim com o mesmo interesse com que olham para a tela de TV, especialmente quando minha mãe assiste a novela favorita, e o meu pai o esporte predileto.”

“Eu quero falar como aqueles homens, pois quando eles falam, toda a família fica em silêncio para ouvir bem o que eles tem a dizer.”

“Eu gostaria de ver a mamãe se admirar de mim, com ela se admira quando vê a última moda na tela. Eu gostaria que meu pai risse comigo como ele faz quando os artistas contam piadas.

“Eu gostaria que meus pais me dessem tanta atenção quanto ao televisor. Quando este não funciona, imediatamente chamam um técnico para consertá-lo.”

“Eu gostaria de ser um televisor e assim ser a melhor amiga e a pessoa mais importante para meus pais.”

“Oh! Pai do Céu, se tu me transformasses num televisor, eu poderia ser feliz”

terça-feira, agosto 18, 2009

AUTORIZAÇÃO DO USO DE IMAGEM, VOZ E PRODUÇÃO INTELECTUAL

AUTORIZAÇÃO DO USO DE IMAGEM, VOZ E PRODUÇÃO INTELECTUAL

Pelo presente instrumento, e na melhor forma de direito,


(NOME COMPLETO DO PAI OU RESPONSÁVEL LEGAL)


Nome: __________________________________________________________________________


Identidade: nº_______________________________Órgão emissor:_________ - _________


CPF: nº ______________________________________


(NOME COMPLETO DA MÃE OU RESPONSÁVEL LEGAL)


Nome: __________________________________________________________________________


Identidade: nº_______________________________Órgão emissor:_________ - _________


CPF: nº ______________________________________


AUTORIZA(M) a E.E.B. , estabelecimento de ensino, cuja APP inscrita no CNPJ sob o nº__________________, situada à Rua___ ___, Joinville, SC, CEP _______-____ a utilizar e autorizar a utilização gratuita da imagem, voz e produção intelectual do(a) Aluno(a), ____________________________________________________________________________


de forma irrevogável e irretratável, na produção de eventuais matérias jornalísticas, programas de rádio e televisão, edição de revistas, fitas e CDs, homepage (sites, blogs) e outros veículos de divulgação utilizados pela Unidade Escolar, Gerência de Educação e/ou Secretaria de Estado da Educação para fins exclusivos de divulgação da atuação pedagógica da ESCOLA e de suas atividades, sendo certo que tal autorização não importa em ter direito de receber qualquer importância a título de indenização, participação ou a que título for.


____________________, ______de ________________________de_________



___________________________________________


Pai ou Responsável Legal


__________________________________________


Mãe ou Responsável Legal

quarta-feira, julho 22, 2009

Autocrítica

Para o desenvolvimento integral do estudante faz-se necessário criar um ambiente desafiador e aberto a questionamentos, que desperte a curiosidade, mobilize seus conhecimentos possibilitando a reflexão e compreensão para senso crítico de um cidadão consciente e transformador.
Um Projeto de aprendizagem nasce de curiosidades ou temas que interessem a estudantes de qualquer série e grau que necessitam de informações diversificada. Quando falamos em aprendizagem por projetos estamos necessariamente nos referindo à formulação de questões pelo autor do projeto, pelo sujeito que vai construir conhecimentos. E é a partir de seu conhecimento prévio, que o aprendiz vai se movimentar, interagir com o des conhecido, ou com novas situações, para se apropriar do conhecimento e tecnologias no qual tive êxito.
Embora estejamos vivendo uma era de rápida e profundas transformações tecnológicas, o acesso a determinadas tecnologias ainda é bastante restrita no Brasil, pois alguns alunos não tinham acesso ao computador em casa.
Contudo, levar às escolas da rede pública uma proposta metodológica que possa permitir aos educandos o acesso a algumas dessas tecnologias, faz com que nosso trabalho, enquanto educador, passe a valer a pena.
A troca de informações entre educador e educando passa a ser mais prazerosa quando podemos nos utilizar de metodologias capazes de fazer com que o educando tenha vontade de estudar, com motivação e comprometimento.
Nesta perspectiva, trabalhar PAs numa aula informatizada nos leva a refletir e inventar um outro educador.


Autonomia, interdisciplinariedade e currículo

“currículo escolar” pode significar a caminhada que os professores e alunos fazem ao longo de seu processo ensino aprendizagem, implicando tanto conteúdos estudados quanto atividades realizadas na sala de aula ou na escolar. Esta inserida tambem à diversidade cultural, política e social do país, e esses parâmetros como professor temos autonomia em trabalhar como temas transvesrais aplicados em projetos ou em atividades interdisciplinar desenvolvidas em sala de aula.

segundo Ângela Imaculada Loureiro de Freitas Dalben ”Essas formas são definidoras de práticas que privilegiam determinados tipos de relação pedagógica, fortalecem certos tipos de personalidade e de comportamentos e acabam por definir o próprio currículo e os eixos do projeto pedagógico da escola. Entender a dinâmica desse conjunto de dimensões educativas torna-se, por isso, fundamental ao educador”.

O currículo é conhecido como todas as ações que compõem as atividades pedagógicas realizadas no âmbito escolar. Por isso é importante pensar e repensar o papel da escola no sentido de possibilitar o conhecimento e desenvolvimento do aluno dentro do contexto social e cultural.

Só realizamos atividades com qualidade a aprtir daquelas, somente aquelas que tenham objetivo e significado para todos professor/aluno, do contrário até realizamos, mas sem significado algum, portanto é necessário dar sentido ao currículo através de um trabalho diferenciado que permita a mediação e uma prática reflexiva, buscando a integração interdisciplinar um fato que no âmbito escolar não pode ser isolado.

segunda-feira, julho 06, 2009

Filmes assistidos


Tutorial LimeWire

Instalar Limewire no Linux Educacional 3.0


  • Acesso algum site que possua a versão 5.1.4, compatível com Linux, lembre-se que o LE 3.0 é baseado no Ubuntu 8.04 (ambiente gráfico Gnome)
  • Escolha a opção salvar. O Firefox salva na área de trabalho e o Konqueror pergunta onde salvar. Opte pela Área de trabalho, mais tarde saberás o porquê.

  • Agora cole o arquivo LimeWireLinux.deb copiado da área de trabalho:

  • Agora vá Iniciar > Sistema > Terminal Konsole

  • No Konsole, digite su e a senha do root qwe123

  • Agora entre na pasta Home digitando: cd /home

  • Neste momento vamos desempacotar e instalar o arquivo, digite dpkg -i LimeWireLinux.deb e aperte enter. Note que o nome do arquivo deve ser idêntico ao baixado. Isso servirá também para versões superiores.

  • Pronto, basta sair e verificar o Lime instalado no submenu Internet:


quarta-feira, julho 01, 2009

Pré Projeto

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – SEED/MEC
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

O PAPEL DO TUTOR EM CURSOS ONLINE PARA EDUCADORES

Cursista: Jamir Adolfo correa

Nome do(a) Orientador(a): Ada Mariz Tobal

Joinville/maio de 2009

RESUMO

O presente projeto tem como primordial ponto mostrar o trabalho desenvolvido pela tutoria em Educação a Distância num curso on line para educadores num ambiente virtual de aprendizagem.
O ponto inicial é mostrar com muito cuidado as atividades, as responsabilidades , as competências e o profissionalismo do tutor diante de um curso on line.
E por desempenho nesse projeto, foi muito claro perceber a necessidade do tutor ter um conhecimento mais abrangente, complexo e atuante, conduzido tanto para os conteúdos como também para a tecnologias educacionais utilizadas no ambiente virtual como material pedagógico, devendo esse conhecimentos construir uma Educação a Distância mais atraente, prazeirosa, colaborativo e estimuladora.
Para tanto faz- se necessário a importância de refletir sobre o papel da tutoria, do profissionalismo e que seja capaz de ter sua prática pedagógica dirigida para a construção de uma melhor Educação a Distância e melhor qualidade nas informações transmitidas nesse ambiente virtual de aprendizagem exercido pelos seus cursistas.

1.INTRODUÇÃO

O debate e estudo sobre a o papel do tutor em educação a distância em curso online, além de significativo, tem sido tema de muitos debates em projetos já executado e aplicado por outros estudantes , nos qual o enfoque principal é no uso das novas tecnologias e preparação na transmissão das atividades e conhecimentos no ambiente virtual de aprendizagem.
O papel do tutor é de um grande mediador e incentivador do processo de ensino-aprendizagem, porém, o papel do cursista é fundamental na importância de um aprendizado significativo e produtivo nesse ambiente virtual.
O objetivo principal desse estudo, é conhecer o verdadeiro papel do tutor na educação a distância e suas principais colaboração e contribuição, pois ele necessita se adaptar ao modelo de educação a distância num ambiente virtual de aprendizagem, bem como se adequar as novas tecnologias deixando assim a educação tradicional onde o professor era “detentor do saber” para passar a ser o estimulador e defensor da qualidade inovadora da aprendizagem adquirida pelos cursistas.
Essa pesquisa vem contribuir para que o papel do tutor mostre a importância desta ação como contribuição para a formação dos cursistas que escolhem a modalidade à distância, compartilhando assim os conhecimentos e adquiridos durante o curso oferecido.
Sendo assim, o tutor desenvolve um papel baseado no compromisso da formação de seus cursistas, onde a capacidade de discutir e elaborar o conhecimento seja o ponto fundamental neste processo inovador de aprendizagem.

2- OBJETIVOS

2.1-Objetivo Geral

Apresentar as potencialidades, capacidades e o profissionalismo do tutor em propor conhecimento e não somente sua transmissão, mas seus resultados, avaliações e suas atitudes no ambiente virtual de aprendizagem.


2.2-Objetivos Específicos

Valorizar o papel do tutor em EAD, bem como o nível de complexidade.
Identificar as funções do tutor em EAD.
Refletir, avaliar e questionar os princípios fundamentais, as competências e as habilidades do professor tutor.
Mostrar o trabalho do tutor e tutoria em EAD.
Conhecer o verdadeiro papel do tutor na educação a distância e suas principais colaboração e contribuição

3-JUSTIFICATIVA

Dentro da proposta inicial o tutor tem como papel central o de mediador, incentivador, provocador e estimulado na busca de conhecimento em relação ao seus cursistas ou profissionais da educação que escolheram essa nova forma de aprendizagem a distância.
Ele tem que ter preparação e apoio ligada as disciplinas do curso a distancia em que está ministrando num ambiente virtual de aprendizagem, na preparação de material didático e no acompanhamento e avaliação e dos resultados das atividades desenvolvidas nesse ambiente virtual de aprendizagem.
Espera-se também que seja ele responsável pelas ferramentas de avaliação, assim como, na verificação dos trabalhos de seus cursistas e por determinar sua aplicação se exigida .
Além disso, tem por tarefa a encaminhamento e verificação das dúvidas dos cursistas, promovendo maior interatividade entre os mesmos.
Atuar, ainda, no esclarecimento dessas dúvidas através de e-mail, fórum ou pessoalmente num encontro presencial, no recebimento e controle de entrega das atividades solicitadas e suas avaliaçoes exercidas .

1.REFERENCIAL TEÓRICO

Na educação tem que haver constante atualização no conhecimento pessoal e profissional e qualidades do saber e da cultura tanto do cursista quanto ao tutor em educação a distância. .
De acordo com essa visão procurarei através de coletas de dados nas universidades em graduação na modalidade a distância, em cursos realizados on line e com os tutores do curso de 100 horas oferecido pelo Mec/Seed/proinfo/Nte aqui de nossa cidade. trabalhar na linha de pensamento de Paulo Freire “ Que a pedagogia da autonomia deve estar estar centrada em experiências estimuladoras da decisão e da responsabilidade”.
Todavia tambem Moram afirma que:
“As redes digitais possibilitam organizar o ensino e a aprendizagem de forma mais ativa, dinâmica e variada, privilegiando a pesquisa, a interação e a personalização em múltiplos espaços e tempos presenciais e virtuais”
isso afirma que uma educação inovadora Professor (Tutor) e aluno (Cursistas) deixam de serem agentes passivos para se tornarem ativos na proposta estabelecida em suas pesquisas inovando e buscando novas formas de aprendizagem.
Assim como Orestes Pretti acrescenta:“o tutor, respeitando a autonomia da aprendizagem de cada cursista, estará constantemente orientando, dirigindo e supervisionando o processo de ensino-aprendizagem[...]. É por intermédio dele, também, que se garantirá a efetivação do curso em todos os níveis”.
Na tutoria, a orientação, acompanhamento pedagógico, o estimulo na busca de inovações e a avaliação da aprendizagem dos alunos a distância tem que ser um marco referencial. com essa responsabilidade o tutor deve possuir um perfil profissional de capacidades, habilidades e competências estabelecida e essa função

5- METODOLOGIA

No primeiro momento o projeto será realizado com o método científico e investigatório. com isto estarei lendo e relatos e pesquisas já executadas e aplicadas e também coletando dados através de entrevistas em cursos realizados on line. Sendo este dados aplicados em cursos on line realizados aqui em Santa catarina na cidade de Joinville. O pessoal envolvidos serão alunos e tutores de cursos on line as coletas serão aplicadas através de entrevistas e perguntas em forma de questionários.
Sendo analisado as dificuldades do ambiente, o relacionamento entre cursistas e tutores e as mídias utilizadas. respeitando assim a opinião e a respostas recebidas.

6-CRONOGRAMA

2009 e 2010

7.RESULTADOS ESPERADOS

A Educação em cada época, pela estrutura da sociedade, vem resgatando sempre novas perspectivas na forma de ensinar e o aprender pedagógico. Para que esse processo aconteça de forma eficiente é necessário que seja aplicado com muito entusiasmo e compromisso. dessa forma espera-se que a educação em EAD caminhe para uma democratização de oportunidade e acesso ao conhecimento e a aprendizagem.
E a educação em EAD assumido com muito compromisso possa possibilitar uma educação de qualidade em todo o canto do Brasil, promovendo debates, trocas de experiências e uma estruturação no fazer pedagógico.
Que as tecnologias aqui demonstradas sejam um avanço no longo caminho que já percorremos.

8. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O tutor deve possuir habilidades de comunicação, competência, liderança, dinamismo, iniciativa, entusiasmo, criatividade, capacidade para trabalhar em equipes estimulando seus cursistas a buscarem uma educação e aprendizagem de qualidade nesse ambiente virtual.
Em uma sociedade em que está em constante evolução acelerada como a nossa, cabe assim o tutor atender às necessidades dos cursistas, respeitando suas diferenças e compensando as desigualdades por meio de uma pedagogia inovadora.
A figura do tutor deve ter numa posição de mediador no processo ensino-aprendizagem e ainda compartilhar com as discussões e experiências de seus cursistas, pois a aprendizagem on line é constante no dia a dia, no trabalho, em casa, na vida de ambos. O importante é que os cursistas aprendam de verdade no ambiente no on-line e que essa aprendizagem de qualidade reflita em seu histórico cultural .

9. REFERÊNCIAS


FREIRE, P. Educação como Prática da Liberdade. 14. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1983b.

MORAN, José Manuel. A educação que desejamos: Novos desafios e como chegar lá. Campinas, SP: Papirus, 2007.

MORAN, José Manuel. Educação a Distância. Disponível em:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/. Acesso em:16/06/2009

PRETTI, Orestes. Educação a distância: construindo significados. Cuiabá: NEAD/IE, UFMT, 2000.

SOUZA, Carlos Alberto de , et al.Tutoria em Educação a Distância. Disponível em :
http://www.abed.org.br/congresso2004/por/htm/088-TC-C2.htmAcesso em: 19/06/2009

terça-feira, junho 02, 2009

A REFORMA ORTOGRÁFICA

Novas regras

O acordo incorpora tanto características da ortografia utilizada por Portugal quanto a brasileira.
O trema, que já foi suprimido na escrita dos portugueses, desaparece de vez também no Brasil. Palavras como "lingüiça" e "tranqüilo" passarão a ser grafadas sem o sinal gráfico sobre a letra "u".
A exceção são nomes estrangeiros e seus derivados, como "Müller" e "Hübner".
Seguindo o exemplo de Portugal, paroxítonas com ditongos abertos "ei" e "oi" --como "idéia", "heróico" e "assembléia"-- deixam de levar o acento agudo. O mesmo ocorre com o "i" e o "u" precedidos de ditongos abertos, como em "feiúra". Também deixa de existir o acento circunflexo em paroxítonas com duplos "e" ou "o", em formas verbais como "vôo", "dêem" e "vêem".
Os portugueses não tiveram mudanças na forma como acentuam as palavras, mas na forma escrevem algumas delas. As
chamadas consoantes mudas, que não são pronunciadas na fala, serão abolidas da escrita.
É o exemplo de palavras como "objecto" e "adopção", nas quais as letras "c" e "p" não são pronunciadas.
Com o acordo, o alfabeto passa a ter 26 letras, com a inclusão de "k", "y" e "w". A utilização dessas letras permanece restrita a palavras de origem estrangeira e seus derivados, como "kafka" e "kafkiano".
Dupla grafia
A unificação na ortografia não será total. Como privilegiou mais critérios fonéticos (pronúncia) em lugar de etimológicos (origem), para algumas palavras será permitida a dupla grafia.
Isso ocorre em algumas palavras proparoxítonas e, predominantemente, em paroxítonas cuja entonação entre brasileiros e portugueses é diferente, com inflexão mais aberta ou fechada.
Enquanto no Brasil as palavras são acentuadas com o acento circunflexo, em Portugal utiliza-se o acento agudo.
Ambas as grafias serão aceitas, como em "fenômeno" ou "fenómeno", "tênis" e "ténis".
A regra valerá ainda para algumas oxítonas. Palavras como "caratê" e "crochê" também poderão ser escritas "caraté" e "croché".
Hífen
As regras de utilização do hífen também ganharam nova sistematização.
O objetivo das mudanças é simplificar a utilização do sinal gráfico, cujas regras estão entre as mais complexas da norma ortográfica.
O sinal será abolido em palavras compostas em que o prefixo termina em vogal e o segundo elemento também começa com outra vogal, como em aeroespacial (aero + espacial) e extraescolar (extra + escolar).
Já quando o primeiro elemento finalizar com uma vogal igual à do segundo elemento, o hífen deverá ser utilizado, como nas palavras "micro-ondas" e "anti-inflamatório".
Essa regra acaba modificando a grafia dessas palavras no Brasil, onde essas palavras eram escritas unidas, pois a regra de utilização do hífen era determinada pelo prefixo.
A partir da reforma, nos casos em que a primeira palavra terminar em vogal e a segunda começar por "r" ou "s", essas letras deverão ser duplicadas, como na conjunção "anti" + "semita": "antissemita".
A exceção é quando o primeiro elemento terminar em "r" e o segundo elemento começar com a mesma letra. Nesse caso, a palavra deverá ser grafada com hífen, como em "hiper-requintado" e "inter-racial".

Esse Acordo é meramente ortográfico; portanto, restringe-se à língua escrita, não afetando nenhum aspecto da língua falada.

Ele não elimina todas as diferenças ortográficas observadas nos países que têm a língua portuguesa como idioma oficial, mas é um passo em direção à pretendida unificação ortográfica desses países.
Como o documento oficial do Acordo não é claro em vários aspectos, elaboramos um roteiro com o que foi possível estabelecer objetivamente sobre as novas regras.
Esperamos que este guia sirva de orientação básica para aqueles que desejam resolver rapidamente suas dúvidas sobre as mudanças introduzidas na ortografia brasileira, sem preocupação com questões teóricas.
Trema
Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui.

Como era Como fica
agüentar aguentar
argüir arguir
bilíngüe bilíngue
cinqüenta cinquenta
delinqüente delinquente
eloqüente eloquente
ensangüentado ensanguentado
eqüestre equestre
freqüente frequente
lingüeta lingueta
lingüiça linguiça
qüinqüênio quinquênio
sagüi sagui
seqüência sequência
seqüestro sequestro
tranqüilo tranquilo

Atenção: o trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Müller, mülleriano.
Mudanças nas regras de acentuação
1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).
Como era Como fica
alcalóide alcaloide
alcatéia alcateia
andróide androide
apóia (verbo apoiar) apoia
apóio (verbo apoiar) apoio
asteróide asteroide
bóia boia
celulóide celuloide
clarabóia claraboia
colméia colmeia
Coréia Coreia
debilóide debiloide
epopéia epopeia
estóico estoico
estréia estreia
estréio (verbo estrear) estreio
geléia geleia
heróico heroico
idéia ideia
jibóia jiboia
jóia joia
odisséia odisseia
paranóia paranoia
paranóico paranoico
platéia plateia
tramóia tramoia
Atenção: essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus.
2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo.
Como era Como fica
baiúca baiuca
bocaiúva bocaiuva
cauíla cauila
feiúra feiura
Atenção: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí.
3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s).
Como era Como fica
abençôo abençoo
crêem (verbo crer) creem
dêem (verbo dar) deem
dôo (verbo doar) doo
enjôo enjoo
lêem (verbo ler) leem
magôo (verbo magoar) magoo
perdôo (verbo perdoar) perdoo
povôo (verbo povoar) povoo
vêem (verbo ver) veem
vôos voos
zôo zoo
4. Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.
Como era Como fica
Ele pára o carro. Ele para o carro.
Ele foi ao pólo Norte. Ele foi ao polo Norte.
Ele gosta de jogar pólo. Ele gosta de jogar polo.
Esse gato tem pêlos brancos. Esse gato tem pelos brancos.
Comi uma pêra. Comi uma pera.
Atenção:
- Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3a pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3a pessoa do singular. Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode.
- Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição. Exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim.
- Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.). Exemplos:
Ele tem dois carros. / Eles têm dois carros.
Ele vem de Sorocaba. / Eles vêm de Sorocaba.
Ele mantém a palavra. / Eles mantêm a palavra.
Ele convém aos estudantes. / Eles convêm aos estudantes.
Ele detém o poder. / Eles detêm o poder.
Ele intervém em todas as aulas. / Eles intervêm em todas as aulas.
- É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo?
5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.
6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formas do presente do indicativo, do presente do subjuntivo e também do imperativo. Veja:
a) se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas. Exemplos:
verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxáguem.
verbo delinquir: delínquo, delínques, delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delínquam.
b) se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas. Exemplos (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras):
verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem.
verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem; delinqua, delinquas, delinquam.
Atenção: no Brasil, a pronúncia mais corrente é a primeira, aquela com a e i tônicos.
Uso do hífen
Algumas regras do uso do hífen foram alteradas pelo novo Acordo. Mas, como se trata ainda de matéria controvertida em muitos aspectos, para facilitar a compreensão dos leitores, apresentamos um resumo das regras que orientam o uso do hífen com os prefixos mais comuns, assim como as novas orientações estabelecidas pelo Acordo.
As observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos ou por elementos que podem funcionar como prefixos, como: aero, agro, além, ante, anti, aquém, arqui, auto, circum, co, contra, eletro, entre, ex, extra, geo, hidro, hiper, infra, inter, intra, macro, micro, mini, multi, neo, pan, pluri, proto, pós, pré, pró, pseudo, retro, semi, sobre, sub, super, supra, tele, ultra, vice etc.
1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h. Exemplos:
anti-higiênico
anti-histórico
co-herdeiro
macro-história
mini-hotel
proto-história
sobre-humano
super-homem
ultra-humano
Exceção: subumano (nesse caso, a palavra humano perde o h).
2. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento. Exemplos:
aeroespacial
agroindustrial
anteontem
antiaéreo
antieducativo
autoaprendizagem
autoescola
autoestrada
autoinstrução
coautor
coedição
extraescolar
infraestrutura
plurianual
semiaberto
semianalfabeto
semiesférico
semiopaco
Exceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar, coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.
3. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de r ou s. Exemplos:
anteprojeto
antipedagógico
autopeça
autoproteção
coprodução
geopolítica
microcomputador
pseudoprofessor
semicírculo
semideus
seminovo
ultramoderno
Atenção: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen. Exemplos: vice-rei, vice-almirante etc.
4. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras. Exemplos:
antirrábico
antirracismo
antirreligioso
antirrugas
antissocial
biorritmo
contrarregra
contrassenso
cosseno
infrassom
microssistema
minissaia
multissecular
neorrealismo
neossimbolista
semirreta
ultrarresistente
ultrassom
5. Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal. Exemplos:
anti-ibérico
anti-imperialista
anti-inflacionário
anti-inflamatório
auto-observação
contra-almirante
contra-atacar
contra-ataque
micro-ondas
micro-ônibus
semi-internato
semi-interno
6. Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante. Exemplos:
hiper-requintado
inter-racial
inter-regional
sub-bibliotecário
super-racista
super-reacionário
super-resistente
super-romântico
Atenção:
- Nos demais casos não se usa o hífen.
Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.
- Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r:
sub-região, sub-raça etc.
- Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.
7. Quando o prefixo termina por consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal. Exemplos:
hiperacidez
hiperativo
interescolar
interestadual
interestelar
interestudantil
superamigo
superaquecimento
supereconômico
superexigente
superinteressante
superotimismo
8. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen. Exemplos:
além-mar
além-túmulo
aquém-mar
ex-aluno
ex-diretor
ex-hospedeiro
ex-prefeito
ex-presidente
pós-graduação
pré-história
pré-vestibular
pró-europeu
recém-casado
recém-nascido
sem-terra
9. Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: açu, guaçu e mirim.
Exemplos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.
10. Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplos: ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo.
11. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição. Exemplos:
girassol
madressilva
mandachuva
paraquedas
paraquedista
pontapé
12. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos:
Na cidade, conta-
-se que ele foi viajar.
O diretor recebeu os ex-
-alunos.
Resumo - Emprego do hífen com prefixos
Regra básica
Sempre se usa o hífen diante de h:
anti-higiênico, super-homem.
Outros casos
1. Prefixo terminado em vogal:
- Sem hífen diante de vogal diferente: autoescola, antiaéreo.
- Sem hífen diante de consoante diferente de r e s: anteprojeto, semicírculo.
- Sem hífen diante de r e s Dobram-se essas letras: antirracismo, antissocial, ultrassom.
- Com hífen diante de mesma vogal:
contra-ataque, micro-ondas.
2. Prefixo terminado em consoante:
- Com hífen diante de mesma consoante: inter-regional, sub-bibliotecário.
- Sem hífen diante de consoante diferente: intermunicipal, supersônico.
- Sem hífen diante de vogal: interestadual, superinteressante.
Observações
1. Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r sub-região, sub-raça etc. Palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-se sem hífen: subumano, subumanidade.
2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal:
circum-navegação, pan-americano etc.
3 O prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.
4. Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen: vice-rei, vice-almirante etc.
5. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.
6. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen:
ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular, pró-europeu.

Planejamento

Planejamos para atingir os objetivos traçados e para atingí-los faz-se necessário que as estratégias sejam aplicadas com qualidade em um processo contínuo, com o maior conhecimento possível.

Sempre quando começamos um trabalho, devemos traçar metas, fazer o plano e o programa com os objetivos definidos.

Planejar é realmente elaborar novas metas para aquilo que faremos.

Hoje não podemos conduzir o planejamento de forma autoritária, pois devemos instituir nele a cultura democrática e participativa no processo do ensino/aprendizagem.

segunda-feira, junho 01, 2009

Avaliação de um projeto

Que critérios podem ser elencados na elaboração da coleta de dados do seu projeto de pesquisa?

Para se obter um melhor resultado usa- se os seguintes critérios:

  • Leitura de livros para uma melhor reflexão e pesquisa;

  • Entrevistas ;

  • fotos;

  • sites para leituras;

  • documentos;

  • Frases e idéias pesquisadas como citações;

  • Procurar dados concretos;

  • Obedecer as normas estabelecidas pela ABNT;

Pesquisa

É a escolha de um tema que terá importância ou gosto pelo assunto a ser pesquisado.
Nessa pesquisa temos que levar em consideração a quantidade e a qualidade das atividades vinculadas a ela.

Todas as pesquisas devem conter os seguintes elementos:

  • Levantar hipóteses;

  • Problema;

  • Justificativa;

  • objetivos;

  • Metodologias;

  • Cronograma;

  • recursos;

  • materiais ( permanentes e de consumo );

  • Pessoal;

  • Anexos;

  • Referências.

O pesquisador deve oferecer solucões para o problema e coletar dados a serem analisados.

Se a pesquisa não for de agrado poderá se tornar um tormento ou tortura.


Mídias e a Educação


O ser humano muda constantemente e necessita de conhecimentos para a construção de sua identidade, pois ele não aprende e nem se constrói sozinho.

É na vida social que ele vai se adaptando à cultura inovadora, juntamente com a necessidade de compartilhar sua vida sócio cultural coletivamente.

Portanto, a cultura constituída parte do principio da objetividade adquirida e dividida entre essa relação.

É nessa relação que o homem é o personagem principal da sua clarividência objetivada e relacionada socialmente.

Acostumado em uma sociedade verbal, ele tem que se adaptar a uma sociedade que hoje é visual e audio-visual (Cinema, televisão, vídeo, internet, máquina digital, datashow, fotografia, celular).

O papel dos cursos de modalidade EAD é inserir o homem no processo dessa inclusão social.

Os ambientes virtuais de aprendizagem podem possibilitar o processo ensino/aprendizagem e promover inovações e mudanças das estruturas cognitivas e adequações sócio-históricas.

Diante de tudo isso, deve-se perceber que se a mudança afeta a todos, todos têmo dever, e a responsabilidade na construção dessas mudanças, onde o primeiro passo é a mudança diante de si próprio e de seus valores humanos.” (SILVA, 1999)


Mídias na Educação/ Metodo de pesquisa

Método: É definir um padrão, uma forma de como será aplicado determinado trabalho e seus objetivos.

Os métodos se classificam em:

Método Científico: Trilha a busca da verdade já pesquisados pelos cientistas e estudos comprovados.

Método Dedutivo: A razão leva ao conhecimento e que são estudos evidentes, lógicos e irrecusáveis.

Método Indutivo: Baseia-se na coleta de dados, observações. Conhecido também como método de investigação com isso tem a finalidade de ampliar o alcance dos conhecimentos.

Método Dialético: procura derrubar os argumentos de estudiosos (adversários).É conhecido como método crítico, pois se constroem essa pesquisa em novas hipóteses partindo da anulação das hipóteses anteriores.

Método Fenomenológico: Visa dados, sem querer decidir que esses dados sejam realidade ou aparência. Consiste em mostrar os dados e esclarecer. Trata de interpretar o que foi descrito e descobrir o valor de sua existência seja a pesquisa individuo ou objeto.

Método Hipotético Dedutivo: Se constrói uma teoria que elabora hipóteses nas quais as conclusões podem serem deduzidas.

Analisando os tipos de métodos reconhece-se que a questão do conhecimento envolve homem/mundo, sujeito/objeto para desenvolver uma discussão e compreender o verdadeiro conhecimento que se pretende alcançar.

Dentre os métodos aqui apresentados, em primeira vista pude perceber que meu projeto seria baseado somente no método científico, mas percebi que no decorrer de um projeto não nos baseamos em um só método, mas nos métodos que, sejam quais forem , serão utilizados para a conclusão de minha idéia.

quinta-feira, maio 21, 2009

Memorial

INTRODUÇÃO
O tema escolhido foi “Tangran ou Tangrama”, as atividades desenvolvidas foram elaboradas e aplicadas por mim e meu colega, Jamir Adolfo Correa; reunimo-nos e, a partir da escolha do título, começamos a pesquisar e desenvolver o assunto que seria aplicado no 1ª ano do Ensino Médio. Estávamos bem entrosados e com muitas idéias, afim de desenvolver uma aula diferente, na qual não somente fosse utilizado o quadro negro e exercícios, mas que fossem demonstrados outros métodos de atividades, inclusive usando sala informatizada, programas como o Rived - aplicativo educacional do software livre Linux, disponível nas escolas estaduais de ensino, cartolina, lápis de cor e cola.

DESENVOLVIMENTO
A aula foi aplicada na turma MAD 0251 e teve inicio com a apresentação da dupla. Em seguida, foi realizada a distribuição de cópias do assunto abordado com atividades referentes ao “Tangran ou Tangrama”, leitura interpretativa. Também foi mostrado um trabalho já confeccionado com cartolina, já que o tempo de apresentação não seria suficiente para construí-lo naquele momento e, logo após, um dos integrantes da dupla se dispôs a passar o molde para quem quisesse. Por meio deste objeto (Tangran ou Tangrama), foi comentado sobre as diferentes atividades que estaríamos trabalhando com os alunos, inclusive na forma de utilizar a sala informatizada e o programa Rived, quando muitos ainda não sabiam utilizá-la.

CONCLUSÃO
Por meio da amostra de um Tangran ou Tangrama, que foi construído pelos alunos, utilizando-se de cartolina, lápis de cor e cola, tentamos passar aos nossos colegas de sala a importância de trabalhar a Matemática de uma forma diferenciada, para que os alunos possam aprender de maneira mais descontraída. Existem várias formas criativas para se trabalhar com tangran, que são muito aceitas pelos alunos, que sempre se encontram muito incentivados, pois deixam de ficar condicionados aquela tradicional forma de exercícios.

CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI

INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE INDAIAL


Rodovia BR 470 - Km 71 – Nr. 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89 130-000 – Indaial/SC - Fone (0xx47) 281-9000 - www.uniasselvi.com.br